Os gastos com o Mundial passaram dos limites, apesar das promessas de que a Copa seria feita dentro das possibilidades que o país oferecia. Os prazos para as obras ficaram no limite, os trabalhos tiveram de ser acelerados e os custos dispararam. Para complicar a situação, os sul-africanos ficaram reféns de sindicatos ligados à construção dos estádios e à prestação de vários serviços ligados ao Mundial. Perto do fim das obras, inúmeras greves atrapalharam o andamento dos preparativos – e gastou-se ainda mais dinheiro para resolver esses impasses. Esse é o desafio número um do Brasil: não gastar mais do que pode ou deve.
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quinta-feira, 30 de dezembro de 2010
O QUE O BRASIL PRECISA MUDAR
Os gastos com o Mundial passaram dos limites, apesar das promessas de que a Copa seria feita dentro das possibilidades que o país oferecia. Os prazos para as obras ficaram no limite, os trabalhos tiveram de ser acelerados e os custos dispararam. Para complicar a situação, os sul-africanos ficaram reféns de sindicatos ligados à construção dos estádios e à prestação de vários serviços ligados ao Mundial. Perto do fim das obras, inúmeras greves atrapalharam o andamento dos preparativos – e gastou-se ainda mais dinheiro para resolver esses impasses. Esse é o desafio número um do Brasil: não gastar mais do que pode ou deve.
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